Tião Bocalom (Progressistas) teria tremido feito vara verde se soubesse, naquele instante, que o repórter que indagou o presidente Jair Bolsonaro sobre o processo da “rachadinhas) do senador Flávio Bolsonaro era seu subordinado.
O jornalista João Renato Jácome, o autor da pergunta que fez Bolsonaro encerrar a entrevista coletiva rispidamente é ocupante de cargo comissionado na prefeitura de Rio Branco.
Naquele momento, fazia um “bico” para o jornal O Estado de São Paulo”.
Jácome é chefe de gabinete do Secretário Municipal de Meio Ambiente, Normando Sales, que há muito tempo é o principal orientador político de Tião Bocalom.
Ao saber do vinculo do repórter com a sua administração, o prefeito disse que irá providenciar a exoneração do jornalista.
A amigos e a jornalistas, Bocalom tem reclamado do que classifica de “fogo amigo”, pois, na sua avaliação, estaria sendo alvo de ataques de jornalistas nomeados ou ligado financeiramente ao governador Gladson Cameli.
A postura do quase ex-assessor de Bocalom reflete bem o comportamento d turma que está no poder no Estado e no município, onde fala centralidade e liderança para conduzir um projeto unificado.
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