Eu gostaria de ver, sinceramente, o governador Gladson Cameli desmentir as acusações feitas pelo vice-governador Wherles Rocha.
Até agora, Gladson deu o calado como resposta.
E quem cala, consente.
Tenho todos os tipos de restrições politicas contra o vice-governador, mas ele não está mentindo.
O governo, realmente, mergulhou no lamaçal de corrupção.
Por isso, Gladson Cameli teme tanto a CPI da Educação, na escolinha de corrupção do governo.
Vamos ver isso na TV Espinhosa?
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Tranquilo.
Quem vai querer patrocinar a quem não tem medo de expor os desmandos de um governo sem comando?
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Vamos lá?
O desespero bateu em Gladson Cameli.
Sem disfarçar, ele demonstra que está apavorado com a instalação da CPI da Educação.
Desde que foi anunciada a instalação da comissão, o “bobajômetro” aumentou a níveis imensuráveis.
Como disse bobagem, o rapaz!
Ele sabe que deve, por isso teme.
Gladson não teme a CPI em si.
Sabe que, por ter maioria na Assembleia Legislativa, pode transformar a comissão numa pizza.
O seu temor é que a CPI pode tirar órgãos como a Policia Federal e o Ministério Público Federal da sonolência.
Sabe que os deputados podem chegar a quem mandou pagar computadores superfaturados sem que eles tenham sido efetivamente entregues.
A Educação é apenas a ponta do iceberg de corrupção dentro do desgoverno Cameli.
Para tentar criar uma cortina de fumaça, o governador determinou aos subalternos que ampliasse o tempo a ser investigado pela CPI, que fossem buscar três anos no governo anterior.
Esse novo pedido tem as assinaturas, dentre outras, dos deputados José Bestene e Manoel Morais.
Vou recapitular.
Manoel Morais teve o filho e o cunhado presos numa das operações para apurar o desvio do dinheiro da merenda das criancinhas.
O próprio governador declarou que recebiam como se vendessem filé, mas entregavam carne de pescoço.
José Bestene tem o genro que também viu o céu nascer quadrado, porque, além de vender computadores superfaturados, não entregou as máquinas no tempo hábil.
Isso é patético.
Cabe lembrar que não consta uma denúncia contra o governo anterior. Tudo passou pelo Tribunal de Contas e demais órgãos de controle.
Mais patético ainda é quem defende isso.
A propositura de ampliação foi feita pelo líder do governo Pedro Longo.
Ex-juiz, Pedro Longo foi diretor-geral do Detran no governo Tião Viana.
Bocado comido é bocado esquecido para algumas pessoas.
Infelizmente, o governo passado foi criadouro de muitas cobras, que hoje, a serviço de outro patrão, parecem dispostas a expelir todo o veneno guardado para tentar obter vantagens.
Voltando ao vice-governador.
Ele tem intensificado as denúncias, todas com fundamentos.
Não demonstra disposição de parar.
E, pelo o que percebo, tem muita munição.
Rocha sabe que a sua única alternativa de sobrevivência política é provar que o governo do qual ele mesmo faz parte tem muito mais dos que quarenta ladrões.
A CPI da Educação pode ser a antessala de muitos outras investigações que virão.
Não esqueçamos que os deputados petistas Leo de Brito e Daniel Zen já levaram materiais robustos aos órgãos federais.
Deve ter investigações em curso.
O Espinhoso aqui foi o primeiro a apontar como a cartilha da corrupção passou a ser adotada no governo.
Ainda teremos um longo caminho.
Só fico preocupado com essas histórias de espionagem de vice-governador a governador.
Acho que é algo muito fantasioso.
Não vai demorar muito para falarem sobre trama de possível atentado.
Vida que Segue.
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