Programado para ser anunciado na quinta-feira da semana passada, o reajuste dos servidores públicos estaduais tornou-se uma grande incógnita.
O governador Gladson Cameli e a sua equipe não se entendem sobre o percentual a ser ofertado.
Segundo fonte do Portal, há um intenso debate interno com fraquíssimas possibilidades de solução.
De concreto há apenas a certeza de que recursos para os servidores da Educação existem.
Esses servidores exigem que o governador siga a decisão do presidente da República, Jair Bolsonaro, e implante o piso nacional dos professores.
Nos bastidores, a informação é que seria dado um reajuste linear de 10%.
O problema são os demais servidores. O cobertor é curto para tanto frio.
Mas a tese que conta é a de 7%, que inflaria a folha em R$ 300 milhões por ano.
Mas há outra tese.
Estão discutindo sobre a possibilidade desistir de percentual geral e adotar um auxílio.
Esse auxílio seria de até R$ 500. Seria uma jogada eleitoreira.

