Gladson Cameli, realmente, não está bem da cabeça.
Fazendo jogo de cena, após um pé de ouvido com o prefeito Tião Bocalom, mandou o seu companheiro de partido ir tapar os buracos da cidade.
A cena é patética.
Cameli pode fazer muita coisa, menos exigir que alguém faça o que ele não faz, que é trabalhar.
O governador achou ruim quando o prefeito disse que a sua turma estava vaiando.
Cameli pode até não ter mandado, mas servidores estaduais com cargos em comissão foram arregimentados para ir bater palma para o governador e o presidente Jair Bolsonaro.
Bolsonaro não deve ter ficado surpreso, pois é acostumado com a baixaria.
Tanto o governador quanto o prefeito deveriam era ter vergonha do papelão.
O Acre está à deriva.

