Ultimamente, o chefe da Casa Civil do governador, o advogado Jonathan Donadoni, vem sofrendo uma enxurrada de críticas partidas de setores e pessoas que, em tese, são aliados do governo.
O fato, por si só, chama muito à atenção.
De certo, os críticos querem atingir a outro alvo, o governador Gladson Cameli.
Foi Cameli quem nomeou Donadoni e está bancado a sua permanência num dos cargos mais estratégico da administração estadual.
Vivi por dentro como um governo minimamente organizado e focado trabalha.
Organização e foco é tudo o que falta na gestão Cameli.
A equipe montada pelo governador conta com vários jogadores que preferem atuar individualmente.
Não unidade porque há carência de liderança.
Gladson Cameli é muita coisa, menos um líder capaz se impor até mesmo para os seus subordinados.
Voltando à criticas ao chefe da Casa Civil.
Olhando para os mais vorazes criativos, logo se percebe que a maioria carece de credibilidade para atacar.
São pessoas que estão mais preocupadas em garantir o retorno de benesses do que propriamente com o bom funcionamento da máquina pública e, consequentemente, com o desenvolvimento do Acre.
Mas Donadoni procura sanar para ser coçar.
Uma dessas sarnas é levar para dentro da sua pasta o contrato da mídia governamental.
Esse é um assunto da comunicação e não de proteção contra criticas.
Sei bem que, segundo a minha Pipira Azu palaciana, as questões financeiras estão bem resolvidas com chamada imprensa com mais acesso e visibilidade.
O problema é o andar de baixo, que faz muito barulho.
A Casa Civil tem que ser o para-raio do governador.
É o chefe da pasta que deve matar os problemas no peito e deixar o campo livre para o seu chefe jogar.
Talvez seja isso que Donadoni está fazendo, mas precisa melhorar.
Afinal, não se constrói adversários interno e externamente sem motivo.
O poder é traiçoeiro.
Permite que as vaidades se sobreponham à razão e à realidade.
O poder é transitório.
Vou repetir: Casa Civil é para facilitar a vida do governante.
Também é uma pastas destinada a fazer o governo andar.
O conselho está dado.
Não estou preocupado porque não recebo um erro do governo, o governo não está disposto a me pagar e eu não tenho vontade nenhuma de me vender.
Ah, Donadoni não espere ataque sem prova da minha parte.
Ele só não pode é vacilar porque os seus adversários estão mais próximos do que o italiano pensa.
