Presidente do órgão diz que não há embargos no setor agropecuário e que apenas 16 madeireiras estão sendo fiscalizadas
Semana passada, o presidente da Apex, Jorge Viana, veio ao Acre.
Na terra onde foi governador por dois mandatos e senador por um, Viana se reuniu com representantes do setor madeireiros e da agropecuária.
Os representantes foram procurar apoio para que Viana intercedesse junto ao Ibama, a fim de resolver o bloqueio de empreendimentos madeireiros e agropecuários feito pelo Ibama.
O Cenário apresentado era o de terra arrasada.
Foi amplamente difundido na imprensa que 90% dos empreendimentos madeireiros tinham sido embargados.
Proclamaram, também, que os embargos tinham atingido a centenas de propriedades onde se cria gado.
Após ouvir os representantes, Jorge Viana assumiu o compromisso de conversar com a direção do Ibama.
O primeiro passo foi conversar com a superintendente do órgão no Acre, Melissa Machado.
Em Brasília, Viana pediu audiência com o presidente do Ibama, Rodrigo Agostinho.
A audiência aconteceu hoje.
Segundo a Agostinho, a história é bem diferente da que foi alardeado.
Tanto Agostinho quanto Machado disseram quedas áreas de agropecuária que estão embargadas e precisam tirar gado são no Amazonas e no Pará, por decisão judicial. São embargados antigos.
No Acre, os embargos são de 2008, mas não está havendo nenhuma ação do Ibama falando em retirada de gado.
Sobre as madeireiras, são noventa pátios, mas somente 16 estão sendo fiscalizadas, porque pode haver algumas inconsistências.
Jorge Viana mandou um áudio ao Portal do Rosas explicando a situação. Ouça:

