Nem só de comprar BMW de R$ 540 mil vive o homem.
Mais dois veículos de luxo entraram nas investigações da Operação Ptolomeu.
Trata-se de um Jaguar e uma Pajero blindada.
O Jaguar foi negociado aqui mesmo no Acre.
A Pajero foi vendida em São Paulo em meio à uma grande confusão.
Tudo isso para justificar a compra de quatro terrenos em um condomínio de luxo em Rio Branco.
Nesse condomínio está sendo erguida uma mansão de valor superior a R$ 3 milhões.
Lá em dezembro de 2020, este Portal alertou sobre a possibilidade de alguma coisa errada está acontecendo. Veja a matéria aqui.
Não era para menos.
A mansão estava sendo erguida pela empresa do diretor-presidente do Deracre, Petrônio Antunes.
Após a publicação do Portal, trataram de mudar a construtora.
O que surgiu como solução pode se tornar em dor de cabeça.
O sócio da atual construtora já foi chamado à Polícia Federal em duas oportunidades.
Os proprietários da imobiliária também prestaram depoimentos.
Segundo fonte, os pagamentos das medições foram feitos em dinheiro vivo.
Esse dinheiro vivo, como o empreiteiro costuma fazer as coisas certas, foi devidamente contabilizado.
Problema maior terá quem pagou, pois terá que justificar a origem da grana.
Fala-se que tinha um operador com contrato robusto na Saúde estadual fazendo os pagamentos.
O contrato acabou no ano passado, quando houve redução no número de casos de Covid-19.
A Polícia Federal sabe quem opera e de onde veio do dinheiro.
Existe tendência gigante de gente grande, em vez de inaugurar o novo lá, ter que ir para um espaço bem mais reduzido.
Recentemente, correram para regularizar a documentação pendente da obra, mas pode ter sido tarde.
Como essa turma gosta de transacionar com carro de luxo… e com dinheiro público.
