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MEDTRAUMA – Se existe superfaturamento superior a 3.000% na prefeitura de Cuiabá, também há no Acre

Começo dizendo que se tem superfaturamento superior a três mil por cento no Mato Grosso, também existe no Acre.

Foi a partir dessa terra de panos e aruaques que saiu o processo que contratou empresa Medtrauma.

Há anos eu venho falando sobre esse contrato estranho e ilegal firmado entre a Secretaria de Estado de Saúde a empresa matogrossense.

Mas, em vez de tomarem providências, fizeram cara de paisagem até o Fantástico da Rede Globo eviscerar o esquema.

 

Antes disso, o governo do Gladson Dançarino Cameli já tinha exportado o exemplo de corrupção made in Acre.

 

O governo de Roraima aderiu à ata.

O governo do Mato do Grosso e a prefeitura de Cuiabá seguiram a toada.

Fora do Acre, após a reportagem do Fantástico, os  governos tomaram as providências e cancelaram os contratos.

Aqui, o governo ficou no cerca Lourenço, sem tomar providências efetivas.

Acho que agora as coisas andam.

 

O site AC24horas trouxe matéria assinada pelo jornalista Leônidas Badaró que comprova o superfaturamento. Veja a matéria aqui.

 

O prefeito de Cuiabá, Emanuel Pinheiro, publicou video nas suas redes mostrando a auditoria que mandou fazer no contrato da Medtrauma com o município.

Como era esperado, auditoria apontou inúmeras irregularidades, dentre elas superfaturamento de mais de três mil por cento em itens de materiais cirúrgicos como órteses e próteses.

O Fantástico apontou o caminho.

 

Enquanto isso, há poucos dias, o secretário de Saúde, Pedro Zambon, reconheceu uma dívida superior a onze milhões de reais com a Medtrauma.

Disse que o pagamento será feito após análise do Tribunal de Contas do Estado.

Penso que o normal seria o contrário.

O reconhecimento da dívida deveria ter ocorrido depois da avaliação da corte de contas.

Mas, como tudo está de ponta cabeça…

Ah, foi divulgado que a Secretaria de Saúde assinou um termo de ajuste de conduta com o Ministério Público Estadual.

Será que isso servirá de alguma coisa?

Quem pagará pelo prejuízo milionário ao erário com esse contrato?

Por fim, se quiserem, os órgãos de controle acreanos nem precisam ter muito trabalho.

 

Basta pedir cópia da auditoría feita pela prefeitura de Cuiabá.

Mas será irão se dar esse trabalho?

 

Duvide o dó!

Fui!

Um forte abraço e um cheiro do Rosas.

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vale a leitura