Evento do Sinduscon revela falta de obras e empregos na construção Civil do Acre

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O que era para ser uma festa, revelou-se a confirmação do fracasso da construção civil no Acre.

Sábado, como faz anualmente, o Sindicato da Construção Civil (Sinduscon) promoveu O Dia Nacional da Construção Social.

Ao contrário dos anos anteriores, o evento, realizado nas dependências do Serviço Social da Indústria (Sesi), foi um retumbante fracasso.

O Sinduscon promoveu um mutirão de profissionais das áreas de saúde, lazer e cidadania, mas não decolou.

O fracasso do evento é fácil de ser explicado: o setor da construção civil está praticamente parado no Acre, graças à inércia do governo do Estado, o principal indutor da economia.

Em pleno verão, o governo de Gladson Cameli não conseguiu realizar uma licitação sequer.

As poucas obras em execução foram colocadas sob a responsabilidade da empresa Murano Construções, importada pelo governo do Distrito Federal.

A Murano tem quase R$ 30 milhões em contrato, enquanto as empresas locais patinam, caminham para fechar as portas, promovendo o desemprego.

O evento fracassou porque a construção civil não tem empregados. Simples assim.

Alheio à situação, o presidente do Sinduscon, Carlos Afonso Cypriano, se divertiu jogando tênis de mesa. No pingue-pongue governamental, ele é presidente da Junta Comercial do Estado.

O fato concreto é que o Sinduscon parece que não estar acompanhando o cenário da construção civil no Acre, promove um evento esperando três mil pessoas e despreza a inexistência de obra.

Segundo fonte, pouco mais de 200 trabalhadores compareceram. O volume de pessoas chegou a cerca de 700 por os filhos e esposas compareceram.

A casa está caindo.

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