Vivemos um verdadeiro paradoxo no Acre.
O pior é que essa situação pode implicar diretamente nas nossas vidas.
Vou propor um desafio.
Saia pelas ruas e pergunte o que as pessoas acham de Gladson Cameli.
A maioria vai dizer que é um sujeito cômico e legal.
Pergunte também se as pessoas consideram o governador trabalhador, honesto e competente.
Com certeza a maioria dirá que ele é pouco afeito ao trabalho, não é honesto e muito menos competente.
Não vou nem sugerir para perguntarem se ele mente ou se fala a verdade.
Pois bem, mas, se perguntarem quem pode ganhar a eleição, a maioria dirá que Gladson Cameli é favorito a renovar o mandato.
Como assim?
O cara não é trabalhador, é tachado de desonesto, tem incompetência reconhecida, mas pode ser reeleito?
Tem algo muito errado.
Penso que isso ocorre porque mais incompetente é a oposição, que se omitiu durante anos e agora, timidamente, tenta recuperar o tempo perdido.
Mesmo o Acre vivendo uma tragédia administrativa, não apareceu um nome que possa confrontar os desmandos no Acre.
Aquele que poderia ter chance, parece sonhar com outro lugar em Brasília.
Se não fosse a Polícia Federal, que chamou o governador de chefe de uma organização criminosa, Gladson Cameli nem precisaria fazer campanha.
É o que penso…
Penso também que a história é implacável com os covardes.
Essa vai doer.
Gladson Cameli e Ulisses Araújo foram diversas vezes aos Estados Unidos.
Prometeram trazer modernos armamentos para a segurança pública do Acre.
Falaram até em parceria com o FBI.
Não trouxeram nada.
De concreto, apenas os contratos milionários da empresa do coronel aposentados com o governo do Acre.
São mais de trinta e cinco milhões de reais para abastecer os cofres da estação Vip.
Vaidoso, com tanta dinheiro, o coronel Ulisses poderá fazer outros procedimentos estéticos com tranquilidade.
Empinar o bumbum é fichinha.
Fui.
Vida que segue.
Um forte abraço e um cheiro do Rosas.
