NOTA À IMPRENSA
Na data de hoje, fui surpreendido com o cumprimento de mandado de busca e apreensão em minha residência, executado pela Polícia Federal e pela Controladoria-Geral da União, no âmbito de investigação autorizada pelo Supremo Tribunal Federal, sob relatoria da Ministra Cármen Lúcia, relacionada às chamadas “emendas Pix”.
Esclareço, de forma categórica, que não executo emendas parlamentares, não participo da indicação de beneficiários, não ordeno despesas, não realizo pagamentos e não possuo qualquer vínculo com recebimento de recursos oriundos de emendas, sejam elas individuais, de bancada ou de qualquer outra natureza.
Sou advogado há 23 anos, com atuação reconhecida no assessoramento jurídico de parlamentares, prefeitos e municípios, sempre no estrito exercício da advocacia. Ao longo de minha trajetória profissional, inclusive quando exerci a função de Controlador-Geral do Estado do Acre, minha conduta sempre foi pautada pela ética, pela legalidade, pela transparência e pelos princípios constitucionais que regem a Administração Pública.
Ressalto que o exercício da advocacia e da consultoria jurídica não se confunde com a execução administrativa ou financeira de políticas públicas, tampouco com a gestão ou movimentação de recursos públicos.
Buscarei, com a máxima brevidade, acesso integral aos autos do inquérito policial para compreender os fundamentos da investigação e, a partir disso, apresentar os esclarecimentos e a defesa técnica cabíveis, certo de que os fatos serão devidamente esclarecidos.
Confio plenamente nas instituições, no devido processo legal e na Justiça, e tenho convicção de que, uma vez demonstrada a inexistência de qualquer conduta irregular, o procedimento será devidamente arquivado.
Reafirmo minha tranquilidade, minha confiança na verdade dos fatos e meu compromisso permanente com a advocacia, com a legalidade e com o interesse público.
Giordano Simplicio Jordão
