G1 alivia para Gladson e deixa de cobrar as suas promessas no segundo ano de mandato

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No primeiro ano de governo, o governador cumpriu apenas quatro das 68 promessas feitas ao eleitor acreano

Anualmente, o site G1, do Grupo Globo, faz o levantamento das promessas cumpridas ou esquecidas pelo governante ao longo do seu mandato.

São promessas extraídas do plano de governo apresentado à Justiça Eleitoral ou externadas durante entrevistas a veículos de comunicação.

Esse levantamento, amplamente publicizado nas emissoras rádio e televisão, também reproduzido no site, foi praxe ao longo do governo Tião Viana (PT).

Mas na atual gestão foi dada uma trégua.

Nada foi publicado em relação ao ano de 2020.

Segundo a editora do G1 Acre, a jornalista Tácita Muniz, as promessas não foram cobradas em razão da pandemia da Covid-19, mas a previsão é que seja atualizado no meio do ano.

“Eu falei isso na minha participação na CBN”, comentou, em conversa por WhatsApp.

A tendência é que a relação entre o prometido e o realizado pouco se altere. Final de 2019, no primeiro ano de sua gestão, Gladson Cameli tinha cumprido apenas quatro, das suas 68 promessas. Veja aqui.

CORTES DO ESPINHOSO ?>
O enigma do eleitorado acreano: por que os candidatos de esquerda hesitam em se associar a Lula no Acre? Por Portal do Rosas | Rio Branco, AC As recentes pesquisas eleitorais divulgadas no Acre trouxeram dados intrigantes sobre as intenções de voto no estado, tanto para o Senado Federal quanto para a Presidência da República [00:22]. No entanto, mais do que os números brutos, o cenário traz à tona um paradoxo político: a timidez dos candidatos da oposição de esquerda em se assumirem abertamente como os nomes apoiados pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva no estado [01:48]. A força da direita e o espaço para a oposição No cenário de primeiro e segundo turno para o Palácio do Planalto, Flávio Bolsonaro lidera com folga as intenções de voto no Acre, registrando até 57% no segundo turno e entre 39% e 52% no primeiro [01:11]. Do outro lado, o presidente Lula aparece com cerca de 25% a 30% da preferência dos eleitores acreanos [01:23]. Embora o eleitorado conservador represente a maioria no estado, uma fatia expressiva — perto de um terço do eleitorado — manifesta apoio direto ao atual presidente [01:38]. Trata-se de uma base sólida de votos que, teoricamente, seria um ativo valioso para qualquer campanha majoritária de oposição na região [01:48]. A estratégia do rótulo e o dilema dos candidatos De um lado do espectro político, alianças são ostentadas abertamente. O senador Márcio Bittar, que figura bem colocado nas intenções para o Senado [00:47], faz questão de se posicionar de forma contundente como o “candidato de Jair Bolsonaro” no Acre [02:18]. Em contrapartida, observa-se uma postura bem mais cautelosa entre os nomes que disputam o campo progressista ou majoritário de esquerda no estado, como Jorge Viana [00:59]. Há uma visível relutância ou timidez em colar a própria imagem à do presidente Lula na tentativa de captar votos de eleitores indecisos ou de centro [02:50]. Uma aposta arriscada? Essa hesitação levanta questionamentos no meio político local [01:48]. Ao tentar agradar a todos os lados e ocultar alianças nacionais, os candidatos correm o risco de perder a identificação direta com o eleitorado que apoia o governo federal [03:09]. Em disputas acirradas, assumir um lado com clareza e construir uma base fiel pode ser mais eficiente do que se omitir. Afinal, para o eleitorado lulista do Acre, a falta de posicionamento explícito pode soar como insegurança ou desacordo [03:55]. Resta saber se, com a aproximação das eleições, os candidatos da esquerda acreana decidirão encarar o rótulo e ir para o debate de peito aberto [03:27].
23/07/2026 Ler mais →