Caminha para ser alvo de denúncia no Ministério Público Estadual (MPEAC) a decisão da Secretaria de Estado de Saúde (Sesacre) de manter servidores nas unidades de saúde por meio de contratos emergenciais, embora tenha realizado realizado processo seletivo no ano passado.
“O processo seletivo está vigente. Vou procurar os meus direitos”, diz candidato aprovado e ate agora não convocado.
Segundo o denunciante, que pediu para não ser identificado, há a impressão de que o processo seletivo foi realizado para, na sua avaliação, “enganar o povo”, haja vista que pagaram taxa, se submeteram ao que era exigido no edital, mas pessoas que não passaram permanecem no quadro da Sesacre ganhando os seus salários sem serem importunadas.
“São muitos que permanecem. Eu acredito que todos que estavam com contrato irregular tiveram aditivos assinados como se tivessem passado no concurso”, denuncia.
Esses contratos emergenciais, de acordo com o denunciante, envolvem enfermeiros, médicos, biomédicos e farmacêuticos.
“Posso mencionar vários nomes de pessoas que estão ativos no contrato, trabalhando em escala, inclusive com plantões-extras. Em resumo, a Sesacre fez o concurso não contratou todos os aprovados e renovou contratos de pessoas que não aparecem na lista de classificados”, garante.
